RJ: Canções do cinema com entrada franca

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

Meu Malvado Favorito 3: Equipe de dubladores

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

O filme estreia 29 de junho de 2017:

Gru (e Deu) = Steve Carell / Leandro Hassum
Lucy Wilde = Kristen Wiig / Maria Clara Gueiros
Balthazar Bratt = Trey Parker / Evandro Mesquita
Margô = Miranda Cosgrove / Bruna Laynes
Edith = Dana Gaier / Ana Elena
Agnes = Nev Scharrel / Pamella Rodrigues
Silas Bundoviski = Steve Coogan / Mauro Ramos
Minions = Pierre Coffin e Chris Renaud / Manolo Rey

RJ: Mostra colombiana na Caixa Cultural em junho e julho de 2017

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

De acordo com o site Catraca Livre, de 27 de junho a 9 de julho de 2017 a Caixa Cultural receberá a mostra “A Caliwood de Luis Ospina: Cinema colombiano de vanguarda”, que em 12 dias de programação reúne exibições de 34 filmes colombianos:

Sob curadoria de Lúcia Ramos Monteiro, a mostra realiza uma retrospectiva completa de Luis Ospina, fundador do Grupo de Cali e expoente do cinema independente.

As sessões ocorrem de terça-feira a domingo, entre às 15h e às 19h30, com ingressos por R$4 (inteira) e R$2 (meia-entrada).

PROGRAMAÇÃO:

27.06.2017
– 16h | Tudo começou pelo fim (2015), de Luis Ospina, 208 min. Livre
– 19h30 | Recepção de abertura

28.06.2017
– 15h | No pé (1991), de Luis Ospina, 25 min. Livre + No cabelo (1991), de Luis Ospina, 25 min. Livre + Na corrida (1991), de Luis Ospina, 25 min. Livre.
– 17h | Andrés Caicedo: uns poucos bons amigos (1986), de Luis Ospina, 86 min. 16 anos
– 19h | Em busca de María (1985), de Luis Ospina e Jorge Nieto, 15 min. Livre + Fotofixações: retrato falado de Eduardo Carvajal (1989), de Luis Ospina, 25 min. Livre + Slapstick: a comédia muda norte-americana (1989), de Luis Ospina, 50 min. Livre.

Demais dias em
https://catracalivre.com.br/rio/agenda/barato/mostra-de-cinema-colombiano-exibe-filmes-r4-na-caixa-cultural/

Cabo Frio, RJ: Cine em Cena Brasil 2017

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

De acordo com o portal G1, o cinema itinerante gratuito chega em 27.06.2017 à Unamar, distrito de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio:

A estrutura será montada na Rua dos Pescadores, na altura do nº 15. As sessões vão até quinta-feira (29) e têm capacidade para 225 pessoas.

Na terça-feira, às 8h, haverá a exibição do filme “Hotel Transilvânia 3D”; às 10h, será a sessão de “Como treinar seu dragão”; às 13h, é a hora de “Frozen: Uma Aventura Congelante 3D”; e às 15h, tem sessão com “Minions 3D”.

Na quarta-feira, às 10h, haverá a exibição de “Star Wars: O Despertar da Força”, às 13h, “Divertida Mente”, às 15h, “Pixels 3D”, e às 19h, “Batman Vs Superman”.

Na quinta-feira, haverá a exibição de “O Bom Dinosauro” às 8h, “No Coração do Mar” às 10h, “Goosebumps: Mostros e Arrepios” às 13h, e “Vingadores 2” às 15h.

O “Cine em Cena Brasil” realiza quatro sessões por dia. A sala possui cadeiras almofadadas, ar condicionado e sessões 2D/3D.

Islândia: Terra de cinema

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

Uma matéria no site Uai comenta sobre as belas paisagens que serviram de cenários para sagas como “Star Wars”, “007” e “Velozes e Furiosos”:

A imensa falha de Almannagja é parte da paisagem até onde a vista se perde. A lagoa glacial, os icebergs, a colina ainda virgem no centro da ilha e as inúmeras cascatas fazem da Islândia um cenário natural ideal para o cinema e a televisão.

Esta falha, situada no sul da ilha, um marco espetacular carregado de história, foi o cenário do combate entre Brienne de Tarth e Sandor Clegane na quarta temporada da série de televisão Game of Thrones.

“A diversidade é tão grande que há quase qualquer tipo de paisagem”, aponta Leifur Dagfinnsson, presidente da sociedade islandesa Truenorth, que gestiona 90% do mercado.

“Pode-se filmar a Islândia como Islândia ou recriar outros lugares, como o Himalaia, a tundra da Mongólia, Sibéria, Groenlândia e inclusive outro planeta em filmes de ficção científica”, acrescenta.

Além de Game of Thrones, outras séries contam com cenários islandeses, como Sense8 ou Black Mirror, assim como filmes americanos que tiveram sucesso de bilheteria, como Star Wars, James Bond e Velozes e Furiosos 8.

Os diretores encontram na Islândia lugares tempestuosos e inabitados ideais para cenas de ação, cenários apocalípticos e cavalgadas futuristas.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Malasartes e o Duelo Com a Morte: Novo filme de Paulo Morelli

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

Cinema brasileiro: Como difundir?

•junho, 26 2017 • Deixe um comentário

Matéria de Daniel Oliveira no site O Tempo fala da a importância do circuito de festivais como o principal mecanismo de difusão do cinema brasileiro contemporâneo:

“A História da Eternidade” teve sua estreia nacional no Festival de Paulínia de 2014, no qual recebeu uma ovação praticamente unânime. Estrelado por Irandhir Santos, o longa de estreia do diretor pernambucano Camilo Cavalcante rendeu múltiplas salvas de palmas durante a sessão, iniciando ali uma carreira de mais de 60 festivais e 27 prêmios, com a crítica consagrando-o como um dos melhores filmes brasileiros do ano – se não o melhor.

Ainda assim, quando foi lançado no circuito, ele não teve uma recepção tão calorosa. “A gente tentou lançar na rede Cinemark de Recife, na época. Pagamos o aluguel da sala para fazer a pré-estreia lá, com a promessa de que eles botariam o longa em cartaz. Daí, na semana do lançamento, disseram que não podiam porque tinham que voltar com os filmes do Oscar e com uma animação chamada “Tinker Bell”, que foi direto para DVD nos EUA”, lembra Cavalcante. No fim das contas, “Eternidade” teve cerca de 20 mil espectadores nos cinemas – um número que seu diretor tem certeza ter sido inferior à quantidade de pessoas que o viram nos festivais em que o longa foi exibido, desde Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, até Acre e Amapá.

O exemplo é apenas um de muitos que atestam a importância do circuito de festivais como o principal mecanismo de difusão do cinema brasileiro contemporâneo. Em um país no qual mais de 80% das cidades não possuem salas de exibição, os cerca de 300 eventos, realizados em todos os Estados e atingindo um público anual de mais de 2,5 milhões de pessoas, preenchem uma lacuna que a vigorosa economia audiovisual atual ainda não conseguiu suprir. “Todos os recursos do Fundo Setorial do Audiovisual são financiados pelo contribuinte, então é importante que o retorno disso seja mostrado. Os festivais são a atividade de retorno social desse investimento que o governo faz, tanto como mecanismo de acesso quanto de formação de público”, considera Sara Rocha, coordenadora do Festival de Brasília, o mais antigo do Brasil.

Existem mostras de todos os tamanhos – desde a enorme Mostra de São Paulo até a pequena Mostra de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte – e todos os recortes: cinema ambiental, infantil, universitário, LGBTQ… Essa diversidade toda, no entanto, está sob ameaça. Isso porque, diferentemente das cadeias de produção, distribuição e exibição – que são financiadas pelos bolsos recheados da Ancine e do FSA –, os festivais são uma competência da Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura (MinC), de orçamento bem mais modesto. Com isso, os eventos vivem à mercê da atual instabilidade das leis de incentivo e da crise econômica, e muitos têm reduzido drasticamente suas programações ou simplesmente cancelado suas edições.

Leia a matéria completa clicando aqui.

 
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