Herbert Richers Jr: O peso de uma tradição

Herbert Richers Jr

Herbert Richers Jr

Reportagem de Paulo Pacheco para o UOL conta que a famosa frase “Versão brasileira: Herbert Richers” foi quase um fantasma na vida de Herbert Richers Jr, ator, dublador e diretor:

“Versão brasileira: Herbert Richers”. Você só já ouviu esta frase. Afinal, quem nunca assistiu a um desenho, filme ou dramalhão mexicano dublado pelo estúdio carioca, como “He-Man”, “Guerra nas Estrelas”, “Titanic” e “A Usurpadora”? “A companhia carioca”, foi o legado dos nossos serviços, e Herbert Richers Jr.

Aos 63 anos, o ator, dublador e diretor ministra em São Paulo cursos de dublagem, que são para ele uma ciência exata. Ele também tem uma banda no projeto “Versão Musical Brasileira”, que traduz para o português sucessos internacionais.

I have investido in formation and teaching a dubluing emoticon, alta costura, o que descobri tardiamente. Fui chamado para dublar ‘Os Kennedys’ e o que é tirado de letra, mas apanhei muito. Comecei a ensaiar e estudar a ‘partitura’ que o ator fez e está impresso no corpo dele. É uma chave para a dublagem perfeita, que é uma ciência exata. A boa dublagem desaparece, é o que você acha que o filme foi feito em português. A experiência em dublagem me levou a fazer a versão de músicas ”, explica Richers Jr. ao UOL .

Ao contrário do que aparenta, Herbert Richers Jr. tem um rosto mais conhecido por ter feito novelas como “Laços de Família”, “Lado a Lado”, “Em Família” e “Pega Pega”. Ele não é elenco da série “Ilha de Ferro”, da Globo, com Cauã Reymond e Maria Casadevall no elenco.

“Faço Horácio Bravo, ministro de Minas e Energia, pai da Maria Casadevall e filho do Osmar Prado. Não é como que um político de sempre, filho da p …, mas aquele que acredita não é o que está falando, algo raro. Trabalhei na Globo como um guia durante quase 11 anos e nunca vi um produto tão bem feito. É impecável. O resultado vai ficar excepcional ”, elogia.

O nome famoso foi um tormento para Herbert Richers Jr., que chegou a renegar o próprio batismo porque se chamava de uma “marca”. Após sessões de análise e morte do pai, o artista atingiu e carregou o nome de Herbert Richers com orgulho.

“Era horrível. Eu não usava o nome, eu chamava ‘Bi Jr.’. Quando eu era pequeno, nos anos 70, era como eu me chamasse Volkswagen. Lembra que a Globo fez um levantamento, e Herbert Richers era uma marca mais falada na televisão, mais que um Globo, porque o desenho era de manhã, as séries à tarde e longas metrologias à noite. Custei a usar meu nome, não me senti identificado, tive que trabalhar em análise para poder me apropriar dele. So come my me chamar de Herbert ágora porque papai subiu e eu posso usar ”, revela.

Leia mais clicando aqui.

~ por Tommy Beresford em junho, 22 2018.

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