Peter Fonda (1940-2019)

Peter Fonda

De acordo com o portal G1, Peter Fonda, eternamente lembrado pelo filme “Easy rider” (título traduzido no Brasil para “Sem destino”), morreu em 16.08.2019 aos 79 anos:

Segundo a revista “People”, ele tinha câncer de pulmão e teve insuficiência pulmonar.

A família enviou um comunicado à “People”: “É com profundo pesar que compartilhamos esta notícia. Peter morreu pacificamente na manhã desta sexta-feira, 16 de agosto, às 11h05, em sua casa em Los Angeles, cercado por sua família”.

“É um dos momentos mais tristes das nossas vidas, nós não conseguimos encontrar as palavras para expressar a dor nos nossos corações”, comunicou a família.

Leia mais clicando aqui.

Texto “Um brinde ao doce e gracioso Peter Fonda”, de Inácio Araújo, em 17.08.2019:

No texto em que informa a morte de Peter Fonda, ocorrida no sábado, a família fala de um “doce e gracioso homem”. Foi essa, com efeito, a imagem que Peter projetou. Mesmo em “Os Anjos Selvagens”, de 1966, onde comanda com o codinome Blue uma violenta gangue de motoqueiros, é essa a imagem que nos chega: doce e gracioso. Elegante também.

E olha que os anjos selvagens, de que fala o título, são bem diferentes dos motoqueiros pacíficos de “Sem Destino”. Eles atacam mexicanos, estupram jovens negras, invadem hospitais, destroem igrejas, envolvem um comparsa morto na bandeira nazista e, depois de tudo, alegam que “queremos ser livres”.

Sem Destino

O filme é de Roger Corman, que se gaba de ter inaugurado com ele a saga dos filmes sobre gangues de motociclistas (o que é uma meia verdade, basta lembrar de “O Selvagem”, com Marlon Brando; mas eram outros tempos). Por magnífico que seja, “Os Anjos Selvagens” ficou restrito aos limites das produções Corman, ainda que tenha participado da mostra oficial do Festival de Veneza.

Foi, em todo caso, o trampolim para o filme que, em 1969, melhor representou essa época conturbada da Guerra do Vietnâ: “Sem Destino” (“Easy Rider”). Ali, Fonda parece ter entendido até onde pode ir uma motocicleta. Além de ator foi roteirista do filme dirigido por Dennis Hopper, que é, aliás, parceiro de viagem ao longo do filme.

Estávamos ali no registro do filme de estrada. Mas, mais do que isso, a ideia de liberdade era bem diferente da dos Hells Angels neonazis do filme de Corman. Tratava-se de estar na estrada, atravessar o país de lado a lado, de viver as aventuras do caminho, de ser americano rompendo com as convenções, negando o militarismo e o nacionalismo cego.

Leia o texto completo clicando aqui.

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~ por Tommy Beresford em agosto, 16 2019.

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