Draco Rosa: Ex-Menudo Robby Rosa em matérias de julho de 2019

Julho de 2019 entrou relembrando o ex-Menudo Robby Rosa, que atua há alguns anos como Draco Rosa, como lembra o post do Cinema é Magia de dezembro de 2013:

Draco Rosa: Nova luta do ex-Menudo Robby contra o câncer

Na mesma semana, duas matérias trouxeram de volta o cantor que enfrentou problemas de saúde nos últimos anos. Em 05.07.2019, uma entrevista publicada no jornal Extra, e em 07.07.2019 uma matéria no programa Domingo Show, da Record:

Nos anos 1980, Robby Rosa enlouqueceu a juventude brasileira como líder da boy band Menudo, capaz de lotar estádios como o Morumbi. Em 1988, arrebatou mais corações ao atuar em “Salsa – o filme quente”, fazendo par romântico com Angela Alvarado, com quem depois se casou. Como cantor solo, gravou discos em inglês, espanhol e (até) em português, deixou o pop e enveredou pelo rock. Hoje, o cinquentão (completados no último dia 27) mudou o nome artístico para Draco Rosa, conquistou Grammys como compositor e produtor, superou o câncer duas vezes e ainda se recupera de uma separação. De volta ao Brasil para lançar e promover seu mais recente disco “Monte Sagrado” (só de inéditas) o americano conversou com O GLOBO sobre seus 35 anos de carreira, relembrou os tempos de Menudo e anunciou novos projetos.

— ‘Monte Sagrado’ surge após oito anos sem um álbum de novas canções, em um momento de renascimento profissional e pessoal. O que isso representa para você?

Esse disco é uma celebração da vida, em todos os sentidos. É diferente de tudo que já fiz, nele usei muito mais a minha intuição do que o meu intelecto. Surgiu de uma forma muito natural em meio a todo o caos que eu vivi. Lá fora, foi lançado em outubro de 2017 e esteve em primeiro lugar por duas semanas. São todas composições autorais, em espanhol, gravadas no meu estúdio em Porto Rico, com exceção de uma, “The thing I’ve done”, que é uma versão de uma música australiana.

— Por que cita o single “2Nite 2 Nite” como sendo o grande representante de seu momento atual?

Ele significa o meu despertar, o momento em que me sinto mais leve, mais aliviado. É hora de comemoração e também de muito agradecimento. Essa música nasceu a partir de um improviso, foi a primeira que gravei e que acabou dando vida ao “Monte Sagrado”. Tive doenças sérias, duas vezes e parei tudo para me dedicar à minha cura, o que me fez repensar a vida e rememorar muitas coisas. Foi justamente esse “olhar pra trás” que ajudou a criar o disco e culminou com a gravação de “Monte”.

— (…) Nesse retorno ao passado, não tem como não lembrar do Menudo, né?

O Menudo foi muito importante na minha vida, uma escola para mim. Tenho ótimas lembranças daquele tempo. A imagem do Morumbi lotado, por exemplo, nunca saiu da minha cabeça. Foi uma emoção enorme. Foi ali que tudo começou. O grupo me disciplinou como artista. Sair dele e seguir carreira solo foi triste e bastante arriscado, mas me ensinou muito também. Eu queria compor, mas na época não me levavam a sério. Queria ir além, produzir e fui atrás disso.

Leia a entrevista completa clicando aqui.

No Domingo Show, de Geraldo Luiz (lembrando que ele mudou de nome há muitos anos):
Após câncer, ex-menudo Robby muda nome e reaparece com visual surpreendente

A matéria comete um erro dizendo que “Na época, Robby foi substituído por Ricky Martin, que anos depois se tornou parceiro do músico”. Na verdade, Ricky Martin entrou no lugar de Ricky Meléndez.

Menudo com Ricky Martin e Robby Rosa

~ por Tommy Beresford em julho, 08 2019.

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