Millôr Fernandes (1924-2012)

Millôr Fernandes

Millôr Fernandes

De acordo com o Último Segundo, o escritor, desenhista, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes morreu na noite de terça-feira (27), no Rio de Janeiro, aos 87 anos:

Ele estava em casa e foi vítima de falência de órgãos múltiplos.

O corpo será velado a partir das 10h de quinta-feira (29) no cemitério Memorial do Carmo, no bairro do Caju, no Rio. Segundo a assessoria do cemitério, o corpo será cremado no Crematório da Santa Casa.

(…) Um patrono dos cartunistas brasieiros, há polêmica sobre a data de nascimento de Millôr. A família não sabe ao certo se foi em 16 de agosto de 1923 ou em 27 de maio, mas a carteira de identidade do desenhista aponta como certo o dia 27 de maio de 1924. Nascido no Meier, bairro do Rio de Janeiro, Millôr deveria ter se chamado Milton Viola Fernandes. Porém, por causa de uma caligrafia duvidosa, foi registrado como Millôr – fato só descoberto por ele aos 17 anos.

O site do escritor hoje

O site do escritor hoje

Leia mais clicando aqui.

Site oficial:
http://www2.uol.com.br/millor/

Ainda no Último Segundo:

Além das publicação na mídia diária, Millôr se notabilizou como autor de peças teatrais, como “Liberdade, Liberdade”, “É…” e “Bons Tempos, Hein?!”. Nas letras, publicou dezenas de prosas, como “Trinta Anos de Mim Mesmo”, “Novas Fábulas Fabulosas” e “Millôr Definitivo – A Bíblia do Caos”.

No Globo Online:

Jornalista, escritor, ilustrador, dramaturgo, fabulista, calígrafo, tradutor de Shakespeare, Molière e Brecht, inventor do frescobol [*], vice-campeão mundial de pesca ao atum na Nova Escócia em 1953 e “medalha de ouro no concurso para ele mesmo” (como uma vez se definiu), Millôr Fernandes foi, ao longo de mais de sete décadas de carreira, uma figura pública única no Brasil. Um frasista brilhante que via no humor “a quintessência da seriedade”, como gostava de resumir, Millôr passou grande parte da vida profissional ameaçado pela censura — e debochando dela em comentários que iam do nonsense à crítica social aguda no espaço de poucas palavras. Com passagens marcantes por veículos como “O Cruzeiro”, “O Pasquim” e “Jornal do Brasil”, entre muitos outros, ele participou de algumas das principais transformações da imprensa brasileira no século XX e se tornou um dos mais queridos cronistas do país.

Leia mais clicando aqui.

[*] Há controvérsias:

O Frescobol é um esporte brasileiro, surgiu no Brasil entre 1945 e 1946, em Copacabana-RJ, após o término da IIa Guerra Mundial, idealizado pôr Lian Pontes de Carvalho, que morava no edifício de n.º 1496, na Avenida Atlântica, esquina de Rua Duvivier, já demolido.

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~ por Tommy Beresford em março, 28 2012.

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