Últimos Grandes Astros

Artigo “Paul Newman, o último astro de Hollywood” de André Setaro, de Salvador, para o Terra Magazine:

A morte de Paul Newman representa, muito mais do que o falecimento de um artista de talento, o fim de uma era de astros e estrelas de Hollywood, que fizeram e constituíram o chamado “star system”.

Desaparecendo aos 83 anos, não se pode negar que Paul Leonard Newman teve uma bela vida coroada de êxitos e não somente no cinema, mas na sua paixão pelas corridas de automóveis, pela fundação humanitária em favor dos drogados, e sempre embriagado de amor pela esposa Joanne Woodward, com a qual era casado há mais de cinqüenta anos. Uma vez, numa entrevista, perguntado se não recebia muito assédio sexual, Newman, com a sua fina ironia e sorriso especial, respondeu que sim, mas que rejeitava as oportunidades. “Por que comer hambúrguer na rua se tenho, em casa, um fillet-mignon?”

Da geração do “Actor’s Studio”, escola de interpretação que marcou época dirigida por Lee Strassberg, Newman, nos anos dourados da década de 50, era uma das mais expressivas figuras do estrelato americano somente superado por Marlon Brando, primeiro lugar da lista e o maior ator de cinema do século XX, James Dean, Montgomery Clift. A morte prematura de Dean, ainda bem jovem, por ironia do destino, possibilitou a Newman conquistar o papel que o lançou definitivamente no cenário cinematográfico: a do lutador Rocky Graciano em “Marcado pela sarjeta” (“Somebody Up There Likes Me”, 1956), do talentoso Robert Wise, que ficou mais conhecido como o diretor de “A noviça rebelde”, mas que tem em sua filmografia trabalhos memoráveis e inventivos como “Quero viver”, com Susan Hayward, entre outros.

Leia o texto completo no site do Terra Magazine, clicando aqui.

~ por Tommy Beresford em outubro, 01 2008.

Uma resposta to “Últimos Grandes Astros”

  1. Gostaria de citar o “O Moço de Filadelfia”, com Paul em excelente interpretação e contando ainda com ótimo enredo. Me parece que os críticos do cinema, que estão analizando agora o acêrvo artístico de Paul Newman não deram o devido crédito a essa interpretação.

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