Woody Allen: Faulkner não pode
De acordo com o Globo Online, a Faulkner Literary Rights, empresa que controla os direitos do autor de “O som e a fúria” e “Enquanto agonizo”, entrou com um processo contra Woody Allen pelo uso não-autorizado de uma frase do livro “Réquiem para um freira” no filme “Meia-noite em Paris”, de 2011:
O processo foi aberto na quinta-feira no Mississipi, tendo como réu principal a Sony Pictures Classics, estúdio responsável pelo longa-metragem ganhado do Oscar de Roteiro Original, segundo a Variety. Ele cita uma única cena do filme, na qual o protagonista interpretado por Owen Wilson fala: “O passado não está morto. Na verdade, nem sequer passou. Sabe quem disse isso? Faulkner. E ele estava certo. Encontrei com ele também. Esbarrei com ele em um jantar.”
O texto original de Faulkner, no livro publicado em 1950, é: “O passado nunca está morto. Nem sequer passou” (ou “The past is never dead. It’s not even past”, no original em inglês). Ainda assim, a Faulkner Literary Rights considera que o cineasta violou seus direitos.
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