Subtítulos e criatividade

Boa matéria de Edu Fernandes para o UOL fala da estranha mania de escolher estranhos subtítulos para filmes nem sempre estranhos:
Para quem tem alguma afinidade com idiomas estrangeiros, não é novidade que os títulos de filmes nem sempre são uma tradução literal do nome original. Alguns pecados são cometidos, mas há outro vício de empresas distribuidoras de filmes que não é muito discutido: inserir subtítulos, muitas vezes totalmente desnecessários.
Tais apêndices estão fadados ao esquecimento, como no caso de “Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas”, “Tron – Uma Odisseia Eletrônica”, “Blade Runner, o Caçador de Androides” e “Dirty Dancing – Ritmo Quente”. Curiosamente, Patrick Swayze (galã de “Dirty Dancing”) estrela outro filme com subtítulo em “Ghost – Do Outro Lado da Vida”, mas esse está longe de cair no esquecimento.
O gênero musical parece sofrer uma epidemia de subtítulos. Exemplos não faltam: “Moulin Rouge – Amor em Vermelho”, “Rent – Os Boêmios”, “Hairspray – Em Busca da Fama”, “Dreamgirls – Em Busca de um Sonho” e “Footloose – Ritmo Louco”. Já “Sweeney Tood – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” tem seu subtítulo na versão original. Justiça seja feita.
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