Cinema brasileiro na ditadura
Matéria de Marco Tomazzoni no portal iG São Paulo fala sobre documentos sigilosos que revelam a postura do governo militar a filmes durante o período da ditadura:
Em um primeiro momento, o perfil dos censores era essencialmente moralista, ligado às ideias conservadoras da Tradição, Família e Propriedade (TFP), que apoiaram o golpe militar. “De certa forma, era uma maneira de garantir as bandeiras que os levaram ao poder”, afirma Leonor. A mensagem era clara: traição, homossexualismo e palavrões não faziam bem para o país.
Por isso, não espanta o parecer, por exemplo, de “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, baseado na obra de Nelson Rodrigues. Segundo o documento, o filme mostra a “infidelidade da esposa, o cinismo do marido traído e a tentativa de conquista pelo ‘papa-defunto’”, no “pior” trabalho da carreira de Fernanda Montenegro. Considerando seu “ponto de vista moral”, o longa foi vetado para menores de 18 anos.
Leia a matéria completa clicando aqui.










