[Resenhas] Anjos e Demônios
Boa parte dos “leitores sem culpa” de Dan Brown, como eu, gostaram mais do livro “Anjos e Demônios” do que de “O Código da Vinci”, independente da ordem de leitura de ambos. No caso da adaptação cinematográfica, não é diferente: o filme de Ron Howard que estreou em 15.05.2009 é melhor que seu antecessor na telonas.
Vale reforçar que, apesar do sucesso estrondoso de “O Código da Vinci” nas livrarias do mundo inteiro, ele não é uma sequência de “Anjos e Demônios”: este é anterior àquele e, embora ambos sejam protagonizados pelo personagem Robert Langdom, um não tem nada a ver com o outro. Parte das críticas dos principais jornais sobre o filme recém-estreado (em que Tom Hanks aparece novamente como o simbologista) teimam erroneamente em afirmar esta relação de anterioridade d’O Código em relação à trama passada no Vaticano. Mas isso tudo é detalhe: “Anjos e Demônios” é sim um ótimo filme, ainda que não seja “aquela coisa toda”.
O início pode parecer cansativo para os que já leram a obra, afinal é necessário tentar nivelar os que nunca leram o livro aos que já tiveram esta oportunidade. Mas o ritmo intenso aliado à excelente trilha de Hans Zimmer ajuda a não deixar ninguém dormir na poltrona.
Sem o tão criticado penteado do filme anterior e com cenas mirabolantes como a do cárcere na biblioteca, Tom Hanks mais uma vez tira de letra o personagem principal. Ayelet Zurer é pouco expressiva para a Vittoria Vetra que imaginei durante minha leitura. Ewan McGregor faz um camerlengo no tom certo, sem arroubos. Destaque para Stellan Skarsgård (de “Mamma Mia”) e Armin Mueller-Stahl.
Se o filme vai conseguir chegar a algo próximo aos 757 milhões de dólares que “O Código Da Vinci” arrecadou no mundo inteiro não tem a menor importância. Os fãs não ficarão decepcionados, ainda que prefiram o livro ao filme: não deixem de ver.












Não gostei do “Codigo da Vinci” e este, “Anjos e Demonios”, me pareceu um tanto enfadonho como o outro. Não li os livros que deram as adptações para o cinema, mas creio que tenham sido melhor. Essas estórias mirabolantes dão um ótimo sono no escurinho do cinema. “Anjos e Demonios” só melhora um pouco lá pelo final quando a ação “acorda” o dorminhoco já conformado na sua poltrona confortável.
adorei anjos e demonios,pelo menos o filme,ainda nao li o livro,mas espero q ele supere as minhas expectativas assim como o filme…ah e sobre o codigo da vinci considero uma boa leitura para quem gosta de ir alem do real,e um livro extremamente viagem…faz vc pensar sobre coisas q talvez nunca tenha imaginado…muito bom,mas atençao da muito sono as vezes se torna repetitivo….
para quem já leu o livro, o filme se torna uma porcaria intediante e sem fundamento, ler o livro com certeza é bem melhor, tu ficara mais fascinada com essa História fantastica e com enorme riqueza de detalhes!
Bem, eu intercalei o livro com o filme o que eu achei que me renderia uma decepção enorme quanto ao final, o que não aconteceu. A história do livro é muito mais bem amarrada que o filme (e ainda me garantiu a famosa surpresa do final), que não foi lá o que eu esperava. Mas, enfim, para mim Anjos e Demonios foi o mesmo caso do Curioso Caso de Benjamin Button, muita repercussão mas nada de extraordinário. Ainda prefiro O Poderoso Chefão.
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Retrospectiva 2009: Parte 4 « Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos disse isso em dezembro, 27 2009 às 11:13 pm |
Gostei muito de “Anjos…”… acho q muitas coisas dependem do momento q se está vivendo…se eu não estivesse em férias não estaria à vontade para apreciá-lo e por aí vai…
vale ver como curiosidade. no meu caso, assisti porque li o livro e gostei. talvez tivesse assistido messmo sem ter lido, só pelo buzz provocado.
no entanto, não me cativou.
Gostei muito do filme, mais do que “O Código Da Vinci” (a comparação é inevitável…). Creio que, por não ter lido o livro a diversão foi melhor, mais bem saboreada, e fica a vontade de ler o livro. Não esperava pela reviravolta final e gostei de todos os atores.