O Consumo e a Cidade
Início do texto “Fashion and the city”, de Daniel Piza em seu blog no site do Estadão, sobre “Sex and The City – O Filme”:
Estou entre os primeiros admiradores brasileiros da série “Sex and the City”, que nas primeiras temporadas significou uma abertura comportamental ao mostrar mulheres falando com franqueza sobre assuntos como infidelidade, homossexualidade e prazer, não as catalogando em um único modelo ou em dois modelos opostos. Carrie era uma mistura de suas três amigas — sensual como Samantha, suave como Charlotte e séria como Miranda — e por meio delas conhecia a diversidade de Manhattan. Mesmo as cenas consumistas, como aquela famosa em que olha a vitrine de sapatos e diz “Hello, lovers”, só aumentavam o humor dos episódios, pois não se tratava de fingir que essa não é uma parte importante da vida de uma mulher contemporânea.
Mas com o passar das temporadas a moda e o consumo tomaram o primeiro plano, à medida que Carrie cada vez mais se preocupava em encontrar o príncipe encantado. O filme “Sex and the City”, em cartaz no mundo todo, é a expressão máxima disso. (…)
Leia o texto completo de Daniel Piza no post do Estadão, clicando aqui.
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